A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha , afirmou que a empresa aberta por ele em Madri, na Espanha, em janeiro de 2026, é legítima, mas ainda não está em operação. Segundo os advogados, a criação da companhia ocorreu em conformidade com a legislação espanhola e integra um plano futuro de atuação empresarial no país europeu. A abertura, no entanto, teria coincidido com o andamento das investigações sobre fraudes no INSS . Defesa omite detalhes do negócio A defesa, representada por Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori, evitou detalhar as atividades econômicas previstas para a empresa, alegando necessidade de preservação da privacidade do empresário. Questionados sobre a fonte de renda de Lulinha no exterior, os advogados afirmaram que ele trabalha como pessoa física, mas não informaram com quem ou sob quais contratos. As empresas que ele mantém no Brasil estão inativas, enquanto a nova companhia ainda não iniciou suas operações. Leia também: “A mancha que nada remove” , reportagem publicada na Edição 313 da Revista Oeste A defesa também declarou que a mudança para a Europa não deve impactar as investigações em curso. Segundo os advogados, caso o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), entenda que há necessidade de esclarecimentos, Lulinha retornará ao Brasil. De acordo com os representantes legais, o empresário vive atualmente em Madri com a família, onde seus filhos estão matriculados na escola, mantendo uma rotina considerada “tranquila”. Sob o nome de Synapta SL, a empresa tem como endereço o mesmo do escritório Monereo Meyer Abogados, especializado em assessorar empresas estrangeiras no país. + Leia mais notícias de Política na Oeste O post Defesa diz que empresa de Lulinha na Espanha é legal, mas ainda não opera apareceu primeiro em Revista Oeste .