ISP: roubos de celular têm queda no Estado do Rio, enquanto sobe o número de carros roubados

O Estado do Rio de Janeiro teve uma queda nos roubos de celular no primeiro bimestre deste ano, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) divulgados nesta terça-feira. Na comparação com os dois primeiros meses de 2025, o índice teve uma redução de 8,8%. Os roubos de veículo foram na direção oposta: subiram 5% na soma de janeiro e fevereiro de 2026. Morte de médica: 'Não vai sair? Vai tomar! Vai morrer aí dentro!', disse policial após carro parar, segundo testemunha O roubo de celular teve uma alta no ano passado. Nos dois primeiros meses deste ano, porém, o índice apresentou queda na comparação tanto com janeiro quanto com fevereiro, vistos separadamente. No primeiro bimestre de 2026, foram 3.713 ocorrências, contra 4.073 nos mesmos meses de 2025. Já o roubo de veículo, que teve uma queda no ano passado, começou este ano em alta. No primeiro bimestre, houve 5.344 registros do crime, um crescimento em relação aos 5.091 casos em janeiro e fevereiro de 2025. Veja como se comportaram outros índices divulgados pelo ISP: Homicídio doloso - foram 489 vítimas no primeiro bimestre deste ano, queda de 9,9% em relação ao mesmo período de 2025. Homicídio por intervenção policial - queda de 16% em relação ao primeiro bimestre do ano passado, com 124 vítimas nos primeiros dois meses deste ano. Roubo em ônibus - redução de 62% na comparação com o primeiro bimestre de 2025, passando de 992 registros no ano passado para 378 este ano. Roubo de carga - 291 ocorrências nos dois primeiros meses de 2026, queda de 8,2% na comparação com o primeiro bimestre de 2025. Furto de celular - redução de 5,5% no primeiro bimestre deste ano, com 3.729 casos registrados este ano. Estupro - aumento de 8,3% no primeiro bimestre de 2026 na comparação com os mesmos meses de 2025, com 471 vítimas este ano. Estelionato - crescimento de 2% este ano, com 12.068 ocorrências no primeiro bimestre. Pessoas desaparecidas - 554 vítimas no primeiro bimestre deste ano, aumento de 6,5% em relação aos primeiros dois meses de 2025.