A policial militar Gisele Alves não estava grávida e também não foi dopada antes de morrer. Documento, porém, revela que a mulher foi imobilizada por trás e baleada, e que havia manchas de sangue espalhadas por outros cômodos do apartamento onde ela morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Rosa Neto. Ele foi preso hoje suspeito de feminicídio, violência doméstica e fraude processual.