Tribunal reconheceu Luís Carlos Esteves como advogado oficioso de Sócrates, mas como não estava na sala no início do julgamento, acabou por ser o que estava de escala, Humberto Monteiro, a representar o ex-primeiro-ministro. Um terceiro advogado, Filipe Batista chegou a ter uma procuração de Sócrates para o representar, mas como não teve de imediato dez dias para consultar o processo acabou por não ser nomeado