O discurso transfóbico radfem se tornou lugar-comum na mídia . Chega a ser digno de nota (ou riso) que quem tenha feito carreira criticando o identitarismo importado dos EUA acabe justamente importando num copia-e-cola capenga o identitarismo feminista radical americano ao empregar, como fiéis escudeiros, termos como "sexo biológico", "realidade material", "fatos verificados pela ciência" para excluir pessoas trans no país que mais as mata. Leia mais (03/18/2026 - 15h20)