Amor, guerra e eutanásia. A aparição de Marcelo pós-Belém trouxe recados nas entrelinhas

Na apresentação de um livro na Universidade Católica em Lisboa, Marcelo criticou as "armas de todo o tipo" que decidem guerras e armistícios e pediu mais "amor", principalmente aos católicos. Sobre a eutanásia, vincou várias vezes que os tempos atuais exigem a "defesa da dignidade humana". Já D. Manuel Clemente deixou um aviso, sem especificar o destinatário: "Uma pessoa atacada tem o direito de se defender, mas não é destruir quem o ataca".