Tem filme para todos os gostos: drama, romance, terror e até ficção científica estão no calendário de estreias desta semana. Estrelado por Ryan Gosling, o sci-fi "Devoradores de estrelas" chega às salas de cinema, ao lado de "A graça", do italiano Paolo Sorrentino e "Narciso", drama nacional com participação de Seu Jorge, ambos aplaudidos pelos críticos do GLOBO. Para os românticos incuráveis, tem "Uma segunda chance" adaptação do livro de Colleen Hoover, e o relançamento de "Crepúsculo", em comemoração aos 20 anos da saga literária. Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta quinta-feira (12) e os que seguem em cartaz. Veja a lista completa: 'Vingadores', 'A odisseia', 'O diabo veste Prada 2' e mais: 26 filmes mais esperados de 2026 Filme 'Viva — A vida é uma festa' ganha exibição com concerto e dança ao vivo no Rio e em São Paulo Rock in Rio Card: qual o prazo para escolher o dia do ingresso? As estreias da semana (19 a 25 de março) ‘Bring Me the Horizon - L.I.V.E. in São Paulo’ Filme-concerto do maior show da banda britânica de rock, filmado no Allianz Parque. ‘Casamento sangrento: A viúva’ Na sequência da comédia de terror de 2019, a atriz Samara Weaving (“Pânico”) interpreta Grace, uma noiva que sobreviveu a um mortal jogo de esconde-esconde e agora se vê novamente envolvida em um ritual macabro, enfrentando forças sobrenaturais em uma nova e ainda mais perigosa rodada do jogo. Dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. 'Devoradores de estrelas' Histórias envolvendo heróis relutantes enviados ao espaço sideral para salvar o planeta de uma ameaça misteriosa têm se provado uma das fontes de diversão mais confiáveis do cinema moderno. Além de inspirado em um best-seller, “Devoradores de estrelas” conta com o aval de astros consagrados, como Ryan Gosling (“Barbie”) e Sandra Hüller (“Anatomia de uma queda”, “Zona de interesse”). O azar do novo filme da dupla Christopher Miller e Phil Lord (a mesma de “Uma aventura Lego”, de 2014) foi transformar o livro homônimo de Andy Weir (o mesmo de “Perdido em Marte”) em argumento para um entretenimento “para toda a família”, o que, em geral, serve de desculpa para uma trama tímida, sentimental e sem imaginação. Bonequinho olha: leia a crítica. 'A graça' O diretor italiano Paolo Sorrentino não é chegado ao minimalismo. Mas a margem de erro é mínima ao lado de Toni Servillo, um dos grandes atores da atualidade. Juntos, pela sétima vez em “A graça”, criador (também roteirista) e criatura (Prêmio Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza 2025) unem forças em obra primorosa. Afinal, o que se passa na cabeça de um presidente a seis meses da aposentadoria? Armar novas alianças, tecer intrigas, derrubar uns e outros? Ficar no poder, custe o que custar? Não, nada disso. Mariano de Santis, o presidente italiano fictício, pensa. Delibera. E cultiva a ambição de chegar a um acordo consigo mesmo, fiel à Justiça, à Ética, aos filhos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. 'A mensageira' Em “A mensageira”, filme do argentino Iván Fund que ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Berlim de 2025, tem-se a sensação de que a qualquer momento haverá uma reviravolta envolvendo o trio de protagonistas. A narrativa lenta, a fotografia em preto e branco e a trilha sonora instrumental sugerem uma permanente melancolia. Há tempo de sobra, em longos 90 minutos, para buscar pistas nos detalhes e tentar achar a poesia ausente. Bonequinho olha: leia a crítica. 'Narciso' Mais de 25 anos depois de lançar o manifesto “Gênese do cinema negro brasileiro” (apelidado de “Dogma feijoada”) quando ainda era estudante de cinema na USP, o diretor e roteirista Jeferson De lembra, com “Narciso”, que estamos em outro momento dessa discussão. Uma participação muito maior — embora ainda não paritária — de negros na produção audiovisual sustenta, por sua vez, uma saudável diversidade estética, incluindo obras que propõem abordagens poéticas do racismo estrutural, como esta. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. 'Pele de vidro' O documentário acompanha a cineasta Denise Zmekhol ao descobrir que uma das principais obras de seu pai, o arquiteto Roger Zmekhol — um arranha-céu modernista de vidro em São Paulo — passou a ser ocupada por centenas de famílias em situação de rua. ‘Turbulência’ Neste suspense, uma viagem romântica de balão se transforma em pesadelo para um casal quando uma passageira misteriosa surge a bordo. Eles se vêem forçados a confrontar segredos sombrios e enfrentar situações extremas que colocam sua sobrevivência em risco. Com Jeremy Irvine, Hera Hilmar e Olga Kurylenko no elenco, e direção de Claudio Fäh. ‘Uma segunda chance’ Na nova adaptação da obra de Colleen Hoover, uma mulher (Maika Monroe) retorna à cidade natal após passar sete anos presa, determinada a reconstruir a própria vida e se reaproximar da filha pequena. Dirigido por Vanessa Caswill. ‘O velho Fusca’ Produção nacional estrelada por Danton Mello, Cleo Pires, Christian Malheiros e Tonico Pereira, com direção de Emiliano Ruschel. Um jovem faz um acordo com o avô durão para herdar seu Fusca, mas, para isso, terá que driblar uma briga que divide a família. ‘Viagem gelada: O resgate do urso polar’ Nesta animação mexicana, um urso polar escapa de um circo itinerante com a promessa de voltar ao seu habitat natural, sem saber que isso significa viajar até o polo Sul com a ajuda dos amigos. Dirigido por Gabriel e Rodolfo Riva Palacio Alatriste Initial plugin text Relançamentos 'Crepúsculo'. A saga adolescente vampiresca de Bella, Edward e Jacob volta aos cinemas para comemorar 20 anos do lançamento dos livros de Stephenie Meyer, que deram origem aos filmes. Robert Pattinson e Kristen Stewart em uma cena de "Crepúsculo". Reprodução ‘Kill Bill: The whole bloody affair'. Versão estendida com 4h25 de duração, que junta os dois filmes da saga dirigida por Quentin Tarantino e estrelado por Uma Thurman. Sessões com intervalo. Uma Thurman em 'Kill Bill' Divulgação 'Super Xuxa contra Baixo Astral'. No sucesso infantil nos anos 1980, Xuxa preciosa enfrentar o vilão Baixo Astral (Guilherme Karan), um ser demoníaco que vive nos esgotos. Sessão dom no Estação Net Botafogo. Extra 35º Festival Curta Cinema. A mostra, que ocupa o Estação NET Rio a partir de 25 de março, reúne mais de 130 filmes de todo o mundo. A programação traz filmes premiados, como “O Rio de Janeiro continua lindo”, vencedor em Locarno e “Samba infinito”, exibido em Cannes, com Gilberto Gil e Camila Pitanga no elenco. Os vencedores dos principais prêmios do festival tornam-se elegíveis para disputar uma vaga na categoria de curta-metragem do Oscar. Grátis. Até 1° de abril. Cinema de Pijama. Mais uma edição da maratona cinéfila no Estação NET Rio, que abre as cinco salas e o saguão para livre circulação durante toda a madrugada, até as 7h de domingo. Ao longo da noite, 25 filmes de todos os gêneros serão exibidos, e o público pode tranbsitar entre as salas a qualquer momento, com pipoca liberada e café da manhã ao final. Entre os destaques, estão “Atividade paranormal”, a comédia “Superbad” e “Duas ou três coisas que sei sobre ela”, de Godard. Rua Voluntários da Pátria 35, Botafogo. Sáb, às 23h. R$ 68,39. Cena de "Superbad", com Jonah Hill e Michael Cera Divulgação ‘Réquiem para dois sex symbols’. A partir deste sábado, a Cinemateca do MAM vai revisitar clássicos estrelados pelos astros franceses Brigitte Bardot e Alain Delon. A abertura será com “E Deus criou a mulher” (16h), de Roger Vadim e “O sol por testemunha” 17h50, de René Clément. Grátis. A programação completa está disponível no site do MAM. Até 22 de março. Brigitte Bardot em 'E Deus criou a mulher', de Jean-Luc Godard Reprodução Initial plugin text Filmes que seguem em cartaz 'O agente secreto' Novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner Moura — ambos premiados em Cannes —, e forte candidato a indicações ao Oscar. O thriller sobre um professor que foge de São Paulo para Pernambuco trata de preservação da memória, busca pela verdade e a vida sob paranoia e opressão, temas que se conectam a obras anteriores do diretor. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica. Wagner Moura em 'O agente secreto' Divulgação 'Avatar: fogo e cinzas' O terceiro capítulo da franquia de James Cameron que revolucionou o universo dos efeitos especiais no cinema acompanha a família de Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) após a perda do filho mais velho, enquanto enfrentam o Povo das Cinzas, que controla o fogo e é conhecido pela violência e sede de poder. ‘Cara de um, focinho de outro’ Na nova animação da Disney, uma jovem amante dos animais transfere sua consciência para um castor robótico. Infiltrada no mundo animal, ela se une aos bichos para uma aventura inesperada. Na versão brasileira, conta com dublagem de Renata Sorrah. Dirigido por Daniel Chong. ‘De volta à Bahia’ Nesta comédia romântica nacional, dois surfistas treinados pelo mesmo mentor vivem um romance e enfrentam conflitos familiares enquanto se preparam para um campeonato em Salvador. Com Lucca Picon, Felipe Roque e Bárbara França, e direção de Joana Di Carso e Eliezer Lipnik. ‘(Des)controle’ Carolina Dieckmann interpreta Kátia Klein, uma escritora bem-sucedida que vê a vida sair do eixo diante das pressões da carreira, do casamento, dos filhos e dos pais. Sóbria há 15 anos e em busca de alívio, passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total. Dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, com Caco Ciocler, Júlia Rabello, Irene Ravache e Daniel Filho no elenco. 'O diário da Pilar na Amazônia' Baseado na série de livros infantis de Flávia Lins e Silva, o filme acompanha Pilar (Lina Flor), uma menina que viaja para a Amazônia com uma rede mágica herdada pelo avô e se junta à ribeirinha Maiara e a seres folclóricos para ajudar a comunidade e impedir o desmatamento. Com direção de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put. 'Dois procuradores' O ucraniano Sergei Loznitsa é conhecido por um olhar bastante crítico a regimes totalitários como o soviético e à ofensiva russa sobre a Ucrânia, construindo uma sólida carreira como documentarista (“Maidan”, “State Funeral”) e diretor de ficção. A ação se passa em 1937, durante o auge da chamada era do “Grande Terror” do regime stalinista na União Soviética, e acompanha Kornev, um promotor jovem e idealista, disposto a investigar uma denúncia de tortura cometida pela NKVD (a polícia secreta de Stalin) contra um prisioneiro político. Na cela, o velho bolchevique o alerta sobre a suposta presença de contrarrevolucionários dentro da NKVD, e Kornev vai a Moscou levar a denúncia até o poderoso procurador geral. O que acontece a partir de então é reflexo do alto custo que a busca pela verdade cobra nas entranhas do regime. Bonequinho aplaude: leia a crítica. 'Dois procuradores', do ucraniano Sergei Loznitsa Divulgação ‘A empregada’ A história apresenta Millie (Sidney Sweeney), que, tentando fugir do passado misterioso, aceita ser empregada na casa dos ricos Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). O que começa como o emprego dos sonhos logo se transforma num jogo sexy e sedutor de segredos envolvendo o trio. Bonequinho olha: leia a crítica completa. ‘EPiC: Elvis Presley in Concert’ Com gravações inéditas de dois shows de Elvis, resgatadas pelo diretor Baz Luhrmann durante a pesquisa para a cinebiografia de 2022 — estrelada por Austin Butler —, o documentário revisita a trajetória do artista a partir de sua própria voz, com performances e relatos exclusivos. ‘Feliz aniversário em Belgrado’ Filme de estreia da diretora sérvia Milica Tomovic, acompanha a festa de aniversário de 8 anos de uma menina, em 1993, em uma Belgrado ainda em guerra após a dissolução da Iugoslávia socialista. ‘O guardião — Sob a proteção de São José’ O drama religioso polonês acompanha um radialista (Rafal Zawierucha) que, em meio a uma crise no casamento e dificuldades financeiras, assume a produção de um programa dedicado a registrar testemunhos reais no santuário de São José. Dirigido por Dariusz Regucki. 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' O filme de Chloé Zhao é, em suma, sobre a gênese e o poder da criação artística. A trama se passa no fim do século XVI, mostrando o início da vida familiar dos Shakespeare: William (interpretado por Paul Mescal), Agnes (Jessie Buckley) e os gêmeos Hamnet (Jacobi Jupe) e Judith (Olivia Lynes). Agnes tem um papel maior na história porque fica longos períodos em casa com as crianças, enquanto o marido vai frequentemente a Londres para se tornar o dramaturgo mais famoso de todos os tempos. Até que Hamnet adoece e morre, deixando uma profunda dor na mãe. É nesse período de luto que a excepcional interpretação de Jessie Buckley mais se destaca, passando de uma mulher alegre para alguém desesperada por um pesar aparentemente insolúvel. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica. Paul Mescal em cena de "Hamnet: A vida antes de Hamlet" Divulgação 'A história do som' O filme se passa no fim da década de 10 do século passado, quando Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor) se conhecem num conservatório de música em Boston e viajam por zonas rurais dos Estados Unidos gravando em cilindros de cera canções compostas e cantadas por locais. Apesar do título, a etnomusicologia fica em segundo plano, já que o foco está na relação amorosa entre os dois. Não há ênfase nas eventuais dificuldades que um romance homoafetivo poderia enfrentar na época, mas as eventuais escolhas de vida de cada um definem seus destinos. Bonequinho olha: leia a crítica. 'Hora do recreio' Cercados por clichês e estereótipos, alunos de escolas de periferias próximas a comunidades cariocas oferecem uma chance rara ao espectador: expor suas ideias, vivências, dores e expectativas com naturalidade espantosa em “Hora do recreio”. A façanha (indireta) cabe à realizadora Lucia Murat, que, com seu amplo currículo de documentarista, enfatiza um aspecto essencial no contato com o outro: saber ouvir. E é com estonteante liberdade que alunos adolescentes falam de suas vivências que teimam em repetir a ausência paterna, a violência de gênero (sobre a mulher) e o racismo do dia a dia. Uma vibrante trilha de rap dispara a energia. Bonequinho aplaude: leia a crítica. Cena de 'Hora do recreio', de Lucia Murat Divulgação ‘A incrível Eleanor’ Dirigido por Scarlett Johansson e estrelado por June Squibb, atriz indicada ao Oscar por “Nebraska”. Aos 90 anos, Eleanor se muda para Nova York para recomeçar e inicia uma amizade improvável com uma jovem de 19. ‘Iron lung’ Dirigido e estrelado pelo youtuber e comediante americano Mark Fischbach, conhecido como Markiplier, o filme é baseado no jogo homônimo de terror ambientado em um futuro pós-apocalíptico, em que um prisioneiro é enviado para explorar um oceano de sangue descoberto em uma lua desolada. ‘Kokuho — O preço da perfeição’ Neste drama japonês ambientado no pós-guerra, um jovem (Ryô Yoshizawa) nascido em uma família yakuza é acolhido por um ator de kabuki após a morte do pai, líder de uma gangue, e descobre ter talento na arte milenar do teatro. Dirigido por Sang-il Lee, o longa é indicado ao Oscar de Melhor Maquiagem e está entre os dez mais assistidos da História no Japão. ‘Manual prático da vingança lucrativa’ Estrelado por Glen Powell, este misto de suspense e comédia acompanha um homem que, privado da herança de uma família bilionária, arquiteta um plano de assassinato para tomar a fortuna que acredita ser sua. Dirigido por John Patton Ford, com Margaret Qualley e Ed Harris no elenco. 'Marty Supreme' Dirigido por Josh Safdie e levemente baseado na vida do americano Marty Reisman (1930-2012), o filme se passa na década de 1950. O protagonista é um jovem que ganha algum dinheiro em apostas e exibições de seu talento no tênis de mesa, ao mesmo tempo em que tenta se firmar em competições internacionais como atleta. O esporte, no entanto, é um aspecto menos relevante. A proposta é mostrar como um indivíduo é consumido por sua própria vaidade. No papel de Marty, Timothée Chalamet faz jus à fama que ostenta como um dos principais rostos de uma nova geração de atores americanos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. Timothée Chalamet em cena de 'Marty Supreme', filme que lhe valeu o Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia ou Musical Divulgação ‘Minha querida família’ No drama francês dirigido por Isild Le Besco, uma mulher foge da violência doméstica e se refugia na casa da mãe, em Roma. Durante o fim de semana, a família se reencontra, enquanto trocam memórias e taças de vinhos. Estrelado por Marisa Berenson, Élodie Bouchez e Jeanne Balibar. ‘Missão refúgio’ Jason Statham estrela este thriller de ação como um ex-assassino de aluguel que se refugia em uma ilha remota para tentar mudar de vida. Tudo muda quando ele salva uma menina durante uma tempestade, colocando os dois na mira de inimigos. Direção de Ric Roman Waugh, com Naomi Ackie e Bill Nighy no elenco. 'O morro dos ventos uivantes' A diretora e roteirista Emerald Fennell (do insosso “Bela vingança”, 2020) deve ter se inspirado mais na canção de Kate Bush “Wuthering Heights” (1978), do que no clássico “O morro dos ventos uivantes”, escrito por Emily Brontë em 1847. Com a pretensão de entregar algo novo, Fennell acabou sucumbindo a suas próprias aspirações, resultando num filme tedioso e equivocado. Nas mãos da cineasta, a trama narra a intensa e trágica paixão entre Heathcliff (Jacob Elordi), um órfão adotado, e Catherine Earnshaw (Margot Robbie), sua irmã de criação. A relação é marcada por um amor obsessivo que ultrapassa os limites da moralidade. Fennel explora vingança, ciúme e ódio alterando várias passagens da obra. Já foram feitas mais de 35 adaptações para cinema e TV do livro, e essa consegue ser uma das piores. Bonequinho dorme: leia a crítica completa. Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de "O morro dos ventos uivantes Divulgação / Warner Bros. Pictures 'A noiva!' A boa atriz Maggie Gyllenhaal mostrou ter talento na função de diretora em sua estreia no cinema com o belo drama psicológico “A filha perdida” (2021), que recebeu três indicações ao Oscar, inclusive a de seu roteiro. Agora ela retorna com o ótimo “A noiva!”, livremente inspirado no cult “A noiva de Frankenstein” (1935), que por sua vez foi influenciado pelo clássico livro “Frankenstein” (1818), de Mary Shelley. Gyllenhaal, também responsável pelo roteiro, entrega um longa eletrizante que combina comédia ácida, romance, drama, horror e até musical, saindo-se muito bem nessa mistura pouco convencional. Bonequinho aplaude: leia a crítica. ‘Pânico 7’ O icônico vilão Ghostface ressurge para assombrar a vida de Sidney Prescott (Neve Campbell) novamente, quando sua filha se torna alvo do assassino. No elenco, outros atores do filme original, como Courteney Cox e David Arquette. Dirigido por Kevin Williamson. ‘A pequena Amélie’ Na animação indicada ao Oscar, uma garotinha belga no Japão explora a vida e natureza ao lado do parceiro, Nishio-san. Adaptado do romance autobiográfico de Amélie Nothomb. ‘POV: presença oculta’ Neste terror sobrenatural canadense, dois policiais que investigam uma ocorrência acabam envolvidos em um tiroteio fatal. Eles tentam encobrir o caso, mas, conforme a madrugada avança, fica claro que as câmeras corporais dos agentes não são as únicas testemunhas da noite. Dirigido por Brandon Christensen, com Jaime M. Callica e Sean Rogerson. 'Sirât' O cinema do incômodo, que instala pedras no sapato do espectador, tem o austríaco Michael Haneke (“Amor”) e o dinamarquês Lars von Trier (“Dançando no escuro”) como dois de seus principais representantes. A linhagem mantém-se viva com o franco-espanhol Olivier Laxe e seu “Sirât”, que recebeu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes e duas indicações ao Oscar (filme internacional, na disputa com “O agente secreto”, e som). Prepare-se para uma sessão tensa e violenta que pode deixar um gosto amargo de desilusão na saída. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. "Sirât" é representante espanhol para o Oscar de melhor filme estrangeiro Divulgação Initial plugin text ‘O testamento de Ann Lee’ Filme baseado em fatos que rendeu a Amanda Seyfried indicações ao Golden Globe Awards e ao Critics Choice Awards na categoria Melhor Atriz. Ela interpreta Ann Lee (1736-1784), fundadora do movimento Shaker e proclamada por seus seguidores, que adoram por meio de música e dança, como o Cristo feminino. Direção de Mona Fastvold. 'Um cabra bom de bola' Na animação, uma cabra sonhadora recebe a chance única de se juntar a um time profissional de roarball — esporte dominado pelos animais mais rápidos e ferozes do mundo. Direção de Tyree Dillihay. 'Valor sentimental' A premissa do longa-metragem do diretor norueguês Joachim Trier, um dos filmes mais celebrados do ano, é usar o cinema como metáfora para uma relação familiar. Os protagonistas são Nora (vivida pela sempre talentosa Renate Reinsve), atriz que convive com frustrações pessoais e profissionais; e Gustav (o também brilhante Stellan Skarsgård), um cineasta de sucesso internacional que se prepara para fazer um novo filme. Nesse caso, não é exatamente um filme qualquer: fica muito evidente logo para os espectadores que Gustav quer usar o cinema para enfrentar seus fantasmas do passado e se entender com Nora. Bonequinho olha: leia a crítica. "Valor sentimental" é protagonizado por Stellan Skarsgård e Renate Reinsve Divulgação 'A voz de Hind Rajab' Qualquer reflexão sobre “A voz de Hind Rajab” começa, se desenvolve e termina no uso do áudio real de uma criança palestina de 5 anos, moradora de Gaza, extraído de uma conversa por telefone com socorristas do Crescente Vermelho — organização humanitária equivalente à Cruz Vermelha, só que para países majoritariamente muçulmanos. É nesse áudio que está a força do filme da diretora tunisiana Kaouther Ben Hania. É ele que tem feito o público sair profundamente impactado das salas de cinema. O cinema recente de Ben Hania, portanto, se constrói justamente nesse vaivém sobre uma linha — imaginária, tênue ou talvez inexistente — entre realidade e ficção. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. 'Zootopia 2' A sequência da animação da Disney acompanha a coelha Judy e a raposa Nick em uma nova investigação para prender Gary, uma serpente misteriosa. Dirigido por Jared Bush (“Encanto”) e Byron Howard (“Bolt – o supercão”). Initial plugin text