'A graça': diretor Paolo Sorrentino e ator Toni Servillo unem forças em 'obra primorosa', diz crítico

O diretor italiano Paolo Sorrentino não é chegado ao minimalismo. Adepto de exuberâncias visuais em sua zona preferida — o passado de cada um — pode deslumbrar, como em “A grande beleza” (2013), ou decepcionar, como em “Parthenope” (2024). Mas a margem de erro é mínima ao lado de Toni Servillo, um dos grandes atores da atualidade. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.