A China condenou o assassinato do chefe de segurança e dirigente histórico do Irã, Ali Larijani. O homem morreu em um bombardeio aéreo israelense nesta quinta-feira, 19. Para Pequim, porém, a ação militar foi "inaceitável". "Sempre nos opusemos ao uso da força nas relações internacionais", disse o porta-voz diplomático chinês, Lin Jian. "As ações destinadas a assassinar dirigentes iranianos e atacar alvos civis são ainda mais inaceitáveis." Larijani é a figura de maior perfil morta em ataques de Israel e dos Estados Unidos depois do líder supremo Ali Khamenei . Este morreu no dia 28 de fevereiro, no início dos bombardeios contra o Irã. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste "A China insta as partes envolvidas a cessar imediatamente as operações militares e evitar que a situação regional saia do controle", acrescentou Lin. O governo chinês é aliado do Irã. O país, portanto, pede o fim dos ataques dos EUA e de Israel, mas também critica bombardeios iranianos contra bases norte-americanas no Golfo. Irã reage a bombardeio de Israel A Guarda Revolucionária do Irã confirmou o lançamento de mísseis contra o centro de Israel. O grupo classificou a ação como "vingança pelo sangue do mártir Ali Larijani e de seus companheiros". Leia também: "Irã retoma diálogos diretos com os EUA em meio ao conflito no Oriente Médio" Nesta quarta-feira, 18, Israel afirmou ter matado Larijani e o comandante da força Basij, Gholamreza Soleimani. O exército do país também declarou a morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib. As autoridades iranianas, no entanto, ainda não confirmaram este óbito. https://twitter.com/IDF/status/2034221005569175570?s=20 Larijani ocupou cargos de ministro e presidente do Parlamento. O governo dos Estados Unidos já havia sancionado o Ministério da Inteligência sob a gestão de Khatib. O Departamento do Tesouro dos EUA acusa a pasta de "graves violações de direitos humanos". O post China condena morte de Ali Larijani em bombardeio de Israel apareceu primeiro em Revista Oeste .