Portugal contactou “todos os países que foram alvo de ataques do Irão”

<p class="CustomStyleNormal" style="margin-bottom:11px">À entrada do Conselho Europeu, Luís Montenegro reafirma “a importância” do apoio à Ucrânia.</p> <p>“Será também um sinal de credibilidade se conseguirmos desbloquear o apoio financeiro que decidimos no último Conselho”, afirma.</p> <p>O primeiro-ministro admite que a crise fruto do conflito no Médio Oriente exige que a União Europeia tenha “mais autonomia do ponto de vista energético” e “mais capacidade de as nossas empresas não estarem dependentes ou tão dependentes e expostas”.</p> <p>“O que é desejável é que os países da União Europeia e os países da NATO contribuam para que este conflito possa terminar, para que se retomem as negociações e para que a situação se resolva pela via diplomática”, insistiu.</p> <p>Montenegro garantiu que Portugal contactou “todos os países que foram alvo de ataques por parte do Irão”.</p> <p>“Temos utilizado a nossa diplomacia para sensibilizar todas as partes envolvidas, no sentido de estabelecer uma plataforma que possa muito rapidamente dar a abertura ao reinício dos trabalhos de negociação, que é aquilo que se deseja”, argumentou.</p> <p>Montenegro lembrou depois as medidas adotadas a nível nacional para responder às subidas no custo da energia.</p> <p>“Tomaremos as medidas que forem necessárias para mitigar ao máximo aquelas que são as consequências na dinâmica da vida das pessoas e das empresas”, afirmou.</p> <p>Além disso, em cima da mesa, estará o impacto do mau tempo em Portugal.</p> <p>“Eu próprio terei a oportunidade neste Conselho de sensibilizar os meus colegas e a própria Comissão para a circunstância do efeito económico dos prejuízos das tempestades que tivemos em Portugal, em particular a tempestade Kristin, na região centro”, adiantou.</p>