A pedidos, comento o caso Erika Hilton . Exceto pelo aspecto guerra cultural, nem acho que haja uma controvérsia real aí. Não há dúvida de que a deputada pode presidir a Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da Câmara . E, para prová-lo, não é preciso mais do que lembrar que uma comissão que cuide dos direitos das crianças não é e nem pode ser presidida por uma criança. Leia mais (03/19/2026 - 13h21)