Laudo de uma página e imagens escassas: caso Orelha chega à reta final com falhas na apuração pressionando polícia e MP

“Chegar à Praia Brava e não encontrar nosso ‘recepcionista principal’ deixa um vazio imenso”, diz uma das dezenas de cartas, fotos e desenhos afixados ao longo dos últimos dois meses nas casinhas onde viveu o cão Orelha, na região norte de Florianópolis. As homenagens expõem, além do carinho com o cachorro comunitário, a falta de explicações convincentes para a morte do animal, ocorrida no dia 5 de janeiro. A apuração entra na reta final na próxima semana, quando o Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) deve se posicionar sobre o inquérito, em meio a lacunas que persistem na investigação da Polícia Civil e críticas à condução do governo estadual. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.