A mensagem é inequívoca: votar a favor da reforma significaria “pôr na ordem” os magistrados ou mesmo “bater” simbolicamente na magistratura. A metáfora visual nem sequer se esforça por ser subtil. Ao invés, ela sugere que a justiça precisa de ser castigada ou disciplinada, como se se tratasse de um poder que deve ser subjugado pela vontade política O conteúdo Como não reformar a justiça aparece primeiro em Visão .