“Houve uma abertura para tratar com muita proximidade este assunto e ficámos mesmo de comunicar ao presidente da Comissão para a Amnistia, Jorge Arreaza, que foi ministro das Relações Exteriores (…) os nomes das personalidades que se encontram detidas e que nos foram transmitidas a nós”, disse o líder socialista, sublinhando: “é agora aquilo que faremos”.