Muitos farão do caso Epstein um tribunal moral para quem investe em bitcoin, como se a posse de um ativo fosse um atestado de cumplicidade. Mas o mercado é agnóstico à infâmia e acaba por responder a fundamentos, não a fantasmas. E a bitcoin já sobreviveu a governos, proibições, crashes, guerras internas, ataques mediáticos e ciclos de euforia e pânico