Durante 15 anos, Orbán e o Fidesz, partido atualmente no poder, têm controlado o país. E, na última década, o primeiro-ministro investiu dezenas de milhões de euros na construção e exportação de uma rede iliberal global. Perder o poder na Hungria privá-lo-ia dessa notoriedade e da extraordinária reserva de influência que ela lhe proporcionou