Na semana do regresso a Portugal (Lisboa, Braga, Porto), a artista norte-americana Diamanda Galás esteve longamente à conversa com a BLITZ, percorrendo uma vasta carreira que nos anos 80 ficou marcada pelo tríptico que lançou sobre a pandemia da sida, construída a partir de uma voz portadora de um sofrimento universal. Com um forte sentido de humor e uma gargalhada contagiante, garantiu não querer ser virtuosa, mesmo que admita que o seu trabalho nasça da “empatia”. De Beyoncé a Fernando Pessoa, nada ficou por dizer