“Temos hospitais, escolas e creches em leito de cheia. No ordenamento permite-se tudo e isso põe as populações em risco”, avisa especialista

Mónica Amaral Ferreira, presidente do Centro Europeu de Riscos Urbanos, indica que equipamentos essenciais em caso de catástrofe estão, eles próprios, em situação de vulnerabilidade: “Temos hospitais em leitos de cheia, temos hospitais em locais de inundação em caso de tsunami, temos escolas, temos creches…”