Depois do episódio com o jornalista da Sábado, na AR, e das pressões do primeiro-ministro sobre a RTP, vem a partidarização da Lusa. A entrada no Conselho Consultivo de seis representantes partidários, designados pelo Parlamento, governos regionais e municípios, e a obrigação de a Direção de Informação prestar contas à Assembleia da República normalizam a pressão política. É a asfixia democrática de que Rangel se queixava