A violência de Diamanda Galás na Culturgest, em Lisboa: “Os portugueses roubaram o meu coração há muitos anos”

No primeiro dos três concertos este mês em Portugal, os únicos até agora agendados para 2026, a norte-americana Diamanda Galás foi igual a si própria: uma voz sem vocabulário suficiente que a defina, uma aura de violência, o sofrimento universal expresso em pouco menos de uma hora de canções ao piano. Não, não é para todos