Marta Capelo tem 27 anos e vive em Queluz. Desde a tempestade, faz quase todos os dias a viagem até às aldeias mais afetadas da região centro. “Ficar no sofá já não era opção”, diz. Pelo caminho encontrou idosas que “não queriam estar a dar trabalho” e casas a jorrar água. Numa delas, a dona Idalina dormia sentada na sala para fugir à chuva que entrava pelo teto.