Aos 83 anos, Naciolinda Paulino nunca se lembra de ver o Sado subir assim. O vento levantou o telhado da casa arrendada onde vive há mais de meio século, a água entrou dois degraus acima da porta e, na sala, os guarda-chuvas passaram a substituir o teto. O café do filho, doente cardíaco e sobrevivente de cancro, ficou destruído.