O Supremo Tribunal Federal (STF) pretende começar a julgar na próxima quarta-feira a constitucionalidade das verbas indenizatórias pagas de modo recorrente à elite do funcionalismo público — popularmente conhecidas como “penduricalhos”. Liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, confirmadas pelo plenário, suspenderam o pagamento de auxílios, gratificações por acúmulo de função, licenças compensatórias ou férias convertidas em dinheiro — e deram 60 dias para os três Poderes nas esferas federal, municipal e estadual revisarem as benesses. A situação está longe de resolvida. Ao contrário, os “penduricalhos” têm crescido e se tornaram um desafio incontornável, como revela um novo estudo do pesquisador Sérgio Guedes-Reis para a República.org. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.