Uma pesquisa infiltrou robôs de inteligência artificial em plataformas interativas de transmissão ao vivo (de jogos, entretenimento, esportes e música) e descobriu que, mesmo em espaços supostamente apropriados para a idade, crianças e adolescentes têm um nível de exposição a conteúdos tóxicos semelhantes ao observado entre usuários adultos no Brasil e nos EUA. De acordo com os pesquisadores responsáveis pelo estudo, Humberto Torres Marques-Neto, da Católica de Minas Gerais (PUC Minas), e a orientadora dele, Jussara Almeida, do departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), garantir a segurança desses ambientes é um desafio enorme, com soluções ainda em desenvolvimento, mas precisa ser o próximo passo do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.