Revista Oeste
O Comitê Olímpico Internacional (COI) determinou que apenas atletas biologicamente femininas poderão competir na categoria feminina dos Jogos Olímpicos . A elegibilidade dependerá de teste genético. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira, 26. A medida integra a nova política voltada à proteção da categoria feminina no esporte de alto rendimento. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste O COI apresentou a regra depois de 18 meses de consultas . A entidade afirmou que busca padronizar critérios para competições femininas. Pelas novas diretrizes, atletas trans não poderão disputar provas femininas nos Jogos Olímpicos. A decisão altera o modelo adotado nos últimos anos. Antes, federações esportivas definiam regras próprias sobre participação. O COI não aplicava norma universal desde 2021. Comitê admite exceções para casos raros de desenvolvimento sexual | Foto: Reprodução/X A partir dos Jogos de Los Angeles 2028, atletas que quiserem competir na categoria feminina precisarão realizar teste genético SRY. O exame identifica marcador associado ao desenvolvimento sexual masculino. Segundo o COI, o gene permanece estável ao longo da vida. A entidade afirmou que o teste oferece evidência precisa sobre o desenvolvimento biológico do atleta. O critério será aplicado de forma padronizada. A mudança ocorre depois de anos de debates e controvérsias sobre elegibilidade em competições femininas no esporte internacional. Olimpíadas prevê exceções em casos específicos O comitê admite exceções para casos raros de desenvolvimento sexual. A entidade citou atletas com Síndrome de Insensibilidade Androgênica Completa. Também entram nessa categoria diferenças e distúrbios que não geram vantagem de desempenho associada à testosterona. https://www.youtube.com/watch?v=wlzpZdzlJ_s&t=1s Algumas federações já adotavam critérios semelhantes antes da decisão do comitê. Entidades de atletismo, natação e rugby criaram regras próprias. Essas organizações restringiam a participação de atletas que passaram pela puberdade masculina em categorias femininas. Outras instituições esportivas também avançaram nessa direção. A World Athletics passou a exigir teste genético SRY em competições femininas. A federação implantou a medida antes do Campeonato Mundial realizado em Tóquio no ano passado. O post Olimpíadas veta atletas trans na categoria feminina apareceu primeiro em Revista Oeste .
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