Direitos não se discutem? Então o que fazemos na AR?
Observador

Direitos não se discutem? Então o que fazemos na AR?

Um jovem de 14 anos entra num gabinete e pede para mudar de nome e de sexo. A lei diz que pode — ou que poderá. Mas uma pergunta parece interditada: temos a certeza?

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