Jornal O Globo
Bósnia e Itália decidem, na terça-feira (31), uma vaga na Copa do Mundo de 2026. A bola rola às 15h45 (horário de Brasília), na cidade de Zenica, no país do lestes europeu. O palco desta partida tão importante, porém, é um pouco peculiar. Inaugurado em 1972, o Bilino Polje Stadium, casa do NK Čelik Zenica, é considerado pelos mandantes como um “caldeirão”. A capacidade de público do local é incomum para duelos tão decisivos. Comportando pouco mais de 15.500 pessoas, o estádio figuraria, por exemplo, entre os seis menores da Série B do Campeonato Brasileiro em termos de capacidade. O Bilino Polje Stadium é maior do que os estádios Estádio Hailé Pinheiro, do Goiás; Arena Sicredi, do Atlhetic Club; Estádio Germano Krüger, do Operário-PR; Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, do Vila Nova; e Estádio Antônio Accioly, do Atlético-GO. Confira a capacidade de cada um: Bilino Polje (NK Čelik Zenica): 15.600 Arena Sicredi (Athletic): 6.300 Hailé Pinheiro (Goiás): 14.450 Germano Krüger (Operário-PR): 10.632 Estádio OBA (Vila Nova-GO): 11.788 Antônio Accioly (Atlético-GO): 12.500 Já entre os palcos da Série A, o Bilino Polje é maior somente que o Estádio Cícero de Souza Marques, casa do Red Bull Bragantino, que comporta cerca de 12 mil pessoas, e também que o Estádio José Maria de Campos Maia, o “Maião”, do Mirassol, que possui capacidade para 15 mil torcedores. Apesar do número reduzido de torcedores, a Bósnia aposta no forte apoio vindo das arquibancadas, próximas ao campo, e na pressão exercida pelos presentes. Nas Eliminatórias para a Copa, os bósnios comandaram quatro jogos no estádio, com três vitórias e uma derrota (para a Áustria, que terminou na liderança do Grupo H e foi direto para a Copa). Bósnia e Itália não disputam a Copa do Mundo desde 2014, quando estiveram no Brasil. O vencedor da partida próxima terça-feira garante a vaga no Mundial. Em caso de empate, o confronto irá para a prorrogação. Persistindo a igualdade, a decisão será nos pênaltis.
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