Diretas no Rio poriam fim a manobras de Castro para manter poder
Jornal O Globo

Diretas no Rio poriam fim a manobras de Castro para manter poder

O Supremo Tribunal Federal (STF) deveria reverter a decisão do plenário virtual que, até agora, referenda a eleição indireta como forma de escolher o governador para exercer o mandato-tampão depois da renúncia de Cláudio Castro ao governo fluminense. Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin aproveitaram a votação sobre a lei da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que estabelece as regras da votação indireta para defender a única medida razoável diante da turbulência que tomou conta da política estadual nos últimos dias: a eleição para o governo deve ser feita por voto direto e sufrágio universal, já que a renúncia de Castro não passou de manobra para driblar a cassação e manter no poder seu grupo político. Os ministros do STF têm até segunda-feira para confirmar seu voto no plenário virtual. Seria desejável aqueles que aceitaram a eleição indireta acompanharem Moraes, Gilmar, Dino e Zanin. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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