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Zanin durante julgamento dos acusados de mandar matar Marielle Franco Gustavo Moreno/STF O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a realização de eleições indiretas para o governo do Rio de Janeiro. O ministro também manteve o presidente do Tribunal de Justiça do estado no exercício do cargo de chefe do Executivo até que a Corte julge o processo que trata do tema. O ministro entende que o caso da eleição deve ser discutido em plenário presencial, mas que fica a critério do presidente do STF, ministro Edson Fachin. Nesta sexta-feira (27), o PSD entrou com uma nova ação no Supremo para que seja suspenso o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que libera eleições indiretas no estado do Rio de Janeiro. O relator é o ministro Cristiano Zanin, que já votou em outra ação para que seja realizada eleição direta no estado. Ele e outros quatro ministros se posicionaram nesse sentido durante o julgamento virtual sobre as regras da eleição indireta que vai definir o sucessor de Cláudio Castro (PL), que renunciou ao mandato em meio a um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre sua inelegibilidade. Nas eleições diretas, os eleitores vão às urnas e votam nos candidatos de sua preferência. O partido pediu para que seja determinada a imediata realização de eleições diretas no estado, com a expedição de ofício ao Governador. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Zanin entende que as duas ações que tratam das regras para as eleições no Estado do Rio de Janeiro devem ser discutidas em conjunto. Com a decisão, o julgamento que estava acontecendo no Plenário Virtual é afetado e as duas ações serão discutidas em conjunto no plenário presencial.
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