Jornal O Globo
O Rio de Janeiro experimenta o golpismo continuado desde a corrida eleitoral de 2022, que garantiu ao bolsonarista Cláudio Castro (PL) a reeleição. Todos os artifícios possíveis foram, rigorosamente, usados para manter, à frente do estado, o agora ex-governador e seu grupo político. No julgamento, que decidiria sobre o inédito modelo de escolha de um titular para o Palácio Guanabara, no restante do ano-calendário de 2026, num território sem governador, sem vice e sem presidente da Assembleia Legislativa, coube ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirar da farsa o véu numa senha de três palavras: Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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