Jornal O Globo
Nome maior na dança contemporânea brasileira, o Grupo Corpo completou cinco décadas em 2025 com um novo espetáculo, em que a trilha sonora foi assinada inteiramente por uma mulher, Clarice Assad, fato inédito na sua história. O veterano Othon Bastos, recebeu aos 91 anos o troféu de melhor ator na 35ª edição do Prêmio Shell, principal do teatro nacional, pelo monólogo “Não me entrego, não!”, frase icônica de Corisco, personagem que interpretou em "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964), filme clássico de Glauber Rocha. Rodrigo Portella se tornou uma referência em direção teatral, com o trabalho em montagens como “(Um) ensaio sobre a cegueira”, com o Grupo Galpão, “O motociclista no globo da morte”, com Du Moscovis, e “TIP”, com Milla Fernandez. “Tom na fazenda”, de sua direção, está há quase dez anos em cartaz. Jurados desta categoria: Marcelo Balbio (editor do Segundo Caderno e do Boa Viagem); Inês Amorim (editora do Rio Show); Gustavo Cunha (repórter do Segundo Caderno) Veja os indicados em todas as categorias do Prêmio Faz Diferença Prêmio Faz Diferença: vote no destaque de Artes Cênicas de 2025 Initial plugin text
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