Renascença
Diretor do centro cultural Brotéria, dos Jesuítas, diz que Igreja tem obrigação de denunciar "comportamentos de Judas" dos que instrumentalizam a religião, e que trazer a fé para o espaço público deve ser "um ato crítico", e não uma "atitude acéfala". A propósito do convite do Papa ao "jejum de palavras que ofendem" nesta Quaresma, o padre Manuel Cardoso lembra que o uso de linguagem agressiva não é um exclusivo dos nossos dias, mas é urgente reaprender os "valores democráticos, humanistas e cristãos".
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