Folha de S.Paulo
No Brasil de há 90 ou 100 anos, usava-se aportuguesar os nomes estrangeiros na fala do dia a dia. Karl Marx era Carlos Marx. Albert Einstein , Alberto Einstein. Sigmund Freud , Sigismundo Freud. Walt Disney , Walter Disney. Adolf Hitler , Adolfo Hitler. É o que fazemos até hoje com o nome dos papas, só respeitando a numeração: Bento 16 , João Paulo 2º, Paulo 6º, João 23. Por algum motivo, o do pessoal do cinema (exceto Rodolfo Valentino) era respeitado: Theda Bara era Theda Bara, Tom Mix era Tom Mix, Greta Garbo era Greta Garbo. Mas, e se alguém descobrisse que Charles Chaplin podia ser Carlos Capela? Leia mais (03/28/2026 - 08h00)
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