Jornal O Globo
Aconteceu no gélido inverno de 2003 no Palácio do Eliseu. O objetivo da ligação do então presidente americano George W. Bush para Jacques Chirac, à época chefe do Executivo francês, era assegurar o apoio de Paris à iminente invasão americana no Iraque. Cerca de uma hora depois, após um protocolar “até breve”, o sisudo político encarou seus auxiliares mais próximos com ar atipicamente atarantado. E pediu que lhe explicassem quem eram, afinal de contas, os tais Gog e Magog de quem o republicano tanto falara na conversa. Silêncio. O mistério só foi resolvido após a convocação de um teólogo suíço, especializado no Antigo Testamento, que os iluminou sobre os textos bíblicos do profeta Ezequiel em torno das representações do mal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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