Jornal O Globo
Eu amo rodas de conversas que se formam das maneiras mais inusitadas. Das portas das igrejas às mesas de bar. Posso participar ou apenas ouvi-las de supetão. E são nelas que muitas vezes encontro os insumos para as nossas reflexões. Numa delas, o tema foi negociação. Uma das mulheres disse, quase como um desabafo, sobre o quanto detesta negociar. Odeia colocar preço no trabalho dos outros e, principalmente, no próprio. Entendo que ela não está sozinha. O famoso “é raro, mas acontece muito” (contém ironia). E ali, juntas, chegamos a um ponto incômodo, mas necessário de ser debatido: se você não atribui valor ao seu trabalho, o outro dificilmente vai fazê-lo da forma como você deseja. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Go to News Site