Folha de S.Paulo
Há um descompasso entre a dor que meninas e mulheres relatam sentir e o que acontece com elas depois do atendimento primário. Esse é um dos achados de um estudo que mostrou que há milhares de casos de dores menstruais e pélvicas incapacitantes , mas só uma pequena parte está nos registros do SUS (Sistema Único de Saúde) . Leia mais (05/22/2026 - 05h00)
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