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Pesquisadores abriram latas de salmão do Alasca guardadas há décadas e descobriram um registro oceânico oculto dentro delas, vermes parasitas mortos que permitiram rastrear mudanças na cadeia alimentar durante 42 anos, com a quantidade desses parasitas subindo nos salmões chum e rosa, mas ficando estável nos tipos coho e sockeye | Collector
Pesquisadores abriram latas de salmão do Alasca guardadas há décadas e descobriram um registro oceânico oculto dentro delas, vermes parasitas mortos que permitiram rastrear mudanças na cadeia alimentar durante 42 anos, com a quantidade desses parasitas subindo nos salmões chum e rosa, mas ficando estável nos tipos coho e sockeye
Catraca Livre

Pesquisadores abriram latas de salmão do Alasca guardadas há décadas e descobriram um registro oceânico oculto dentro delas, vermes parasitas mortos que permitiram rastrear mudanças na cadeia alimentar durante 42 anos, com a quantidade desses parasitas subindo nos salmões chum e rosa, mas ficando estável nos tipos coho e sockeye

Cientistas analisam latas antigas de salmão do Alasca e encontram um registro oceânico valioso através de pequenos parasitas preservados. O post Pesquisadores abriram latas de salmão do Alasca guardadas há décadas e descobriram um registro oceânico oculto dentro delas, vermes parasitas mortos que permitiram rastrear mudanças na cadeia alimentar durante 42 anos, com a quantidade desses parasitas subindo nos salmões chum e rosa, mas ficando estável nos tipos coho e sockeye apareceu primeiro em Catraca Livre .

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