Jornal O Globo
Em meio à possibilidade de um “Super El Niño” levar a um regime de chuvas intensas nos próximos meses, o Rio Grande do Sul ainda não iniciou obras dos novos sistemas de proteção contra cheias previstas pelo governo estadual e entregou menos de 10% das novas casas prometidas a moradores de áreas de risco. Diante desse cenário, especialistas temem que, dois anos após enchentes históricas destruírem cidades gaúchas, o estado não esteja preparado para lidar com o fenômeno, que poderá ser o mais intenso em 140 anos, apesar do alto investimento feito até aqui em mecanismos de resposta, como a modernização da Defesa Civil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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