Folha de S.Paulo
No momento em que a Copa do Mundo está prestes a dominar as conversas, os empregadores podem ter problemas para manter os funcionários concentrados durante a competição -e até mesmo para levá-los ao trabalho presencial, sugere pesquisa da UKG, que estima que o Mundial, que vai desta quinta (11) a 19 de julho, pode custar aos empregadores globais cerca de US$ 17 bilhões (R$ 85 bi) em perda de produtividade, com 37% dos trabalhadores planejando ajustar seus horários por causa dos jogos. Leia mais (06/09/2026 - 04h00)
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