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Sim, “existem vozes e forças dentro do Irão que defendem que o país deva tornar-se uma potência nuclear”, admite, em entrevista ao Expresso, o investigador iraniano-americano Hamid Dabashi, professor de Estudos Iranianos e Literatura Comparada na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. Crítico da visão de Israel e dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Dabashi alerta: “Neste momento, o estreito de Ormuz é infinitamente mais eficaz na guerra assimétrica iraniana do que qualquer arma nuclear teria sido”
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