Jornal O Globo
O menino Arthur de Melo da Silva, de 11 anos, segue internado em estado grave no Hospital estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, nesta terça-feira. informa que o paciente apresenta estado de saúde grave. Ele está na unidade de saúde desde o último dia 1º, após, segundo parentes, passar mal depois de comer um pedaço de bolo de origem desconhecida. Agente mentia, segundo investigações: Policial Militar enganava CV ao vender supostos segredos do Gaeco Antes da morte de Henry: 'Estou tentando de tudo, mas sinto que estou falhando em algo', escreveu Monique à direção da escola de do filho Filho de pais separados, Arthur havia passado o fim de semana com a mãe, Lidiane da Silva, e retornado da escola para casa, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. O caso é investigado por policiais da 64ª DP (São João de Meriti). Arthur ao chegar em casa no último dia 1º de junho Reprodução Segundo a mãe, o filho estava bem quando ela o deixou na escola. Imagens de uma câmera de segurança mostram o garoto chegando em casa às 18h23 da segunda-feira passada. Ao voltar para a residência do pai, Ademir Mello, com quem mora, a criança comeu um pedaço de bolo que trouxe em uma mochila. Em seguida, ele adormeceu e pouco depois acordou vomitando. Espécie símbolo do Rio: Nascimento de dois filhotes de boto-cinza renova a esperança na Baía de Guanabara — Ele está em estado grave, inconsciente e entubado. No hospital, me disseram que suspeitam que ele tenha sido envenenado com chumbinho. Quero que tudo seja investigado. Quero saber quem deu a ele este bolo. Tentaram matar meu filho — disse Lidiane, chorando. Caso Henry: Em lados opostos agora, Monique e Jairinho eram aliados Ademir Mello disse ter estranhado encontrar as roupas do filho dobradas junto ao pedaço de bolo, dentro de uma mochila. — Como de praxe, a gente sempre olha a mochila dele quando ele retorna da escola. Perguntei ao meu filho se havia roupa suja, porque ele havia passado o fim de semana com a mãe. Ele confirmou que tinha. Quando minha esposa abriu a mochila, encontrou as roupas bem dobradas e o bolo embaixo. O Arthur não tem o costume de dobrar as roupas, e a mãe dele também não tem. Quero uma investigação. Que investiguem todos e tudo o que possa ter causado este crime perverso — disse Ademir. Vencedor em segundo turno: ‘A UFF não vai se submeter a ninguém’, diz reitor eleito sobre parcerias com prefeituras O pai e a mãe de Arthur deverão ser ouvidos pela polícia nos próximos dias. A Polícia Civil informou, nesta segunda-feira, que testemunhas estão sendo ouvidas e que aguarda a conclusão de laudos médicos e toxicológicos para saber se o garoto foi realmente envenenado e, caso positivo, qual foi a substância utilizada. Initial plugin text
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