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Queijos e massas da Sardenha desembarcam no Brasil de olho no food service | Collector
Queijos e massas da Sardenha desembarcam no Brasil de olho no food service

Queijos e massas da Sardenha desembarcam no Brasil de olho no food service

Eu estava lá na academia no Leblon , ainda ofegante depois da série de glúteo, quando o celular tocou com a fofoca mais gostosa da manhã. Do outro lado, um contato querido me contou que chegou italiano bom de verdade no Brasil , e eu quase soltei o peso ali mesmo. Quem me conhece sabe que passei mais de um mês derretida na Itália , então massa e queijo de lá mexem com o meu coração na hora. A Agência ICE desembarcou no país com duas marcas italianas de respeito durante a Fispal Food Service 2026 , a Central Formaggi e a Celino . A primeira veio carregada de queijo artesanal de cabra e ovelha, feito no método tradicional da Sardenha , de dar água na boca de chef, pizzaria e restaurante chique. A segunda chegou com massa seca, farinha e produtos de panificação que carregam o sabor legítimo da culinária mediterrânea. A tradição da Sardenha acaba de desembarcar no Brasil. Queijos artesanais, massas e sabores que atravessaram gerações chegam para conquistar chefs, restaurantes e apaixonados pela culinária italiana. E olha que tradição não falta nesse pacote, porque a Sardenha alimenta a Itália desde a época do Império Romano , quando abastecia Roma de grãos. A Central Formaggi mostrou uma linha de pecorino DOP, com versões ao vinho, à pimenta, ao pesto de manjericão e ao estilo romano, além de cremas de queijo e ricota, somando quase vinte novidades. Já a Celino vem da família que toca o ramo do trigo há três gerações, com a primeira cadeia produtiva certificada cem por cento sarda. O Brasil entrou de vez no radar da indústria alimentícia italiana, figurando entre os maiores importadores de massa, panificação e azeite do país europeu. A diretora da ICE no Brasil, Milena Del Grosso , classificou o país como parceiro histórico e estratégico para os negócios italianos. Além dessas duas marcas, a feira reuniu mais de uma dúzia de empresas italianas de olho no apetite brasileiro. Eu já estou com a reserva mental feita para sair caçando essas delícias em restaurante e empório da cidade. Queijo de ovelha da Sardenha com uma taça de tinto é o tipo de programa que cura qualquer dia atravessado. Pode anotar: esse italiano vai dominar o cardápio carioca antes do fim do ano, e eu vou estar na primeira mesa.

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