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Plantas aquáticas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília Diogo André/TV Globo Quem passa pelo Deck Sul, na L4 Sul, vê uma cena curiosa no Lago Paranoá, em Brasília: um tapete de plantas aquáticas tomam conta do espelho d'água na manhã deste domingo (7). De acordo com a Caesb, responsável pela retirada das plantas da água, a presença da espécie "é um fenômeno natural e varia ao longo do ano" (veja íntegra da nota abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp "Há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente", afirma a companhia. A retirada das plantas aquáticas é feita pelo barco Papaguapé. Segundo a Caesb, só neste ano, foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A companhia afirma ainda que o fenômeno não tem relação com o aparecimento de algas no espelho d'água nem com o tratamento realizado pela companhia. "O Lago Paranoá segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte", afirma. Veja outro registro das plantas aquáticas no lago: Chuvas intensas provocam aumento das plantas aquáticas no Lago Paranoá O que diz a Caesb? "A Caesb esclarece que não há risco à qualidade da água, à fauna ou aos usuários do Lago Paranoá. A presença de plantas aquáticas é um fenômeno natural e varia ao longo do ano. Assim como ocorre com outras espécies vegetais, há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente. Por isso, em determinadas épocas, a Caesb intensifica o trabalho de retirada das plantas, da mesma forma que a manutenção de áreas verdes, por exemplo, exige mais cortes de grama nos períodos de maior crescimento. No Lago Paranoá, esse manejo é feito com o barco Papaguapé, utilizado pela Companhia especialmente na região do Deck Sul e em outros pontos de acúmulo. Desde o início de 2026, já foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A operação continua em andamento, conforme a necessidade identificada pelas equipes em campo. A Caesb reforça que a situação não tem relação com algas nem com o processo de tratamento de água realizado pela Companhia. O Lago Paranoá segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
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