Folha de S.Paulo
É como se um braço decepado permanecesse praticamente intacto, com o metabolismo de suas células e tecidos ainda funcionando, anos depois de ter sido arrancado do corpo. Esse cenário, que mais parece algum tipo de magia macabra, foi observado em detalhes por cientistas que estudaram uma espécie de pepino-do-mar. Leia mais (06/08/2026 - 06h00)
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