Expresso
A Arménia não se afastou do seu caminho mais alinhado com Ocidente. Nas primeiras eleições nacionais desde a perda para o Azerbaijão do território disputado de Nagorno-Karabakh, reconduziu o primeiro-ministro, que deu início a essa nova trajetória que afasta o país de um aliado, a Rússia, ainda demasiado importante para ostracizar
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