Folha de S.Paulo
Entre o sujeito que "deveríamos" amar e aquele que elegemos existe o abismo e o espanto de nunca saber ao certo o que nos une ao outro. Pode ser pura repetição do trauma dos primeiros encontros, pode ser justamente aquilo que nos separa e cura deles. Estamos condenados a buscar a reedição de um prazer do qual quase nada sabemos e que pode ser destrutivo ou libertador. Geralmente uma combinação dos dois. Leia mais (06/08/2026 - 17h07)
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