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Santa Teresa MGallery aposta em pato francês no Brunch de Páscoa no Rio | Collector
Santa Teresa MGallery aposta em pato francês no Brunch de Páscoa no Rio
Jornal de Brasília

Santa Teresa MGallery aposta em pato francês no Brunch de Páscoa no Rio

Estava terminando minha caminhada matinal aqui em Roma, já pensando no almoço, quando uma amiga me ligou contando sobre a programação de Páscoa do Santa Teresa MGallery e eu parei no meio da rua porque canard au maïs, pato com creme de milho, numa mesa de Semana Santa no Rio de Janeiro, é uma decisão editorial gastronômica que merece coluna própria. O restaurante Térèze vai servir o prato nos dias 4 e 5 de abril, no almoço e no jantar, como criação exclusiva de Páscoa que abandona o bacalhau de vez e aposta na herança francesa da marca com ingrediente brasileiro como protagonista. A programação completa começa na Sexta-feira Santa, dia 3, com o BBQ no Jardim que já virou tradição da casa, das 12h às 16h, com cortes na brasa e clima descontraído no ar livre de Santa Teresa. No domingo de Páscoa, dia 5, o formato vira Brunch com a mesma faixa de horário, unindo o melhor dos dois mundos numa mesa que promete reunir hóspedes, moradores do bairro e visitantes que sabem que aquele endereço no Rio tem um nível de curadoria gastronômica que poucos hotéis brasileiros alcançam. Os ingressos partem de R$120 mais taxas. Nas redes, o prato já circula com foto e o perfil do hotel está sendo marcado por influenciadores de gastronomia desde que a programação vazou, com comentários sobre a combinação pato e milho que dividem quem é purista de Páscoa e quem abraçou a proposta sem pestanejar. O que eu enxergo aqui é um hotel que entendeu que Semana Santa no Rio pode ter sotaque francês sem perder o charme carioca, e que uma mesa bem pensada gera mais desejo do que qualquer promoção de feriado. Santa Teresa já é cenário, já é experiência, e o Térèze só precisou colocar o pato no centro do prato para fechar o argumento. Pato com creme de milho em Santa Teresa na Páscoa, e eu estou aqui em Roma olhando para a minha carbonara com um sentimento que só pode ser chamado de inveja produtiva.​​​​​​​​​​​​​​​​

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