Revista Oeste
Pouca gente conhece Michael Peter Balzary. Mas seu apelido, Flea (“Pulga”), é um ícone entre os fãs da banda Red Hot Chili Peppers. Flea foi um dos poucos músicos a transformar o baixo em uma das principais atrações da banda. O que menos gente ainda sabe é que, além de baixista, ele toca trompete desde criancinha. E, finalmente, aos 63 anos, lançou seu primeiro disco como trompetista, Honora . É um álbum na linha “fusion”, e a comparação com o lendário Miles Davis (em sua última fase) é inevitável. https://youtu.be/myibNsJ8uDM?si=ZnJ-q2GAOwD7xnD3 Nesse disco estão presentes Jeff Parker (guitarra), Anna Butterss (baixo), Josh Johnson (sax) e Deantoni Parks (bateria). Mesmo quando tocam um clássico jazzístico como “Willow Weep for Me” , a sonoridade não é nada convencional. Um teclado pesado faz o papel do baixo, e o tom é sombrio. Uma das melhores surpresas é a reinterpretação da belíssima “Wichita Lineman” . Trata-se de uma canção pop composta por Jimmy Webb na década de 1960 e imortalizada por Glen Campbell com seu estilo country. É uma música sobre um funcionário da rede elétrica que ouve a voz da amada nas linhas de transmissão. Para cantar esta versão, Flea convidou o veterano roqueiro Nick Cave, que confere um tom amargurado e introspectivo à canção, acompanhado pelo discreto trompete. https://youtu.be/73P2drWXulM?si=cfv3_IajGMvzTYlH Honora está disponível nos serviços de streaming musical. O post O outro lado de Flea apareceu primeiro em Revista Oeste .
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