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Bia Kicis e a sirigaita
Revista Oeste

Bia Kicis e a sirigaita

Depois de acusar falsamente o deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, de estupro e pedofilia, a senadora Soraya Thronicke — relatora do PL da Misoginia, mais um PL da Censura disfarçado sob pretextos virtuosos — começou a se justificar nas redes sociais com o seguinte argumento: "Uma acusação de estupro de vulnerável com possível paternidade só se refuta com um exame de DNA (‘de si próprio!’)! [ sic ] Deputado, procure o DG da Polícia Federal, pois as vítimas já se encontram sob a custódia da União. Estou, realmente, com muita vontade de ter de lhe pedir desculpas publicamente pelo inconveniente . Tenha um bom dia!." Consta que Soraya é formada em direito. Mas, aparentemente, ela não sabe que, ao acusar alguém de ter cometido um crime, cabe ao acusador o ônus da prova, caso contrário é o próprio acusador que está cometendo crime — expressamente tipificado no Artigo 138 do Código Penal como calúnia . + Leia mais notícias de Política em Oeste Ou seja, nos critérios de madame Soraya, alguém sugerir que uma mulher está nervosa por conta da famosa TPM (tensão pré-menstrual) — uma sugestão ancorada no senso comum, e na própria cultura feminina, que aborda os problemas da TPM em centenas de revistas voltadas ao público feminino e adolescente — deve ser crime inafiançável, com pena de 5 anos de cadeia, mas acusar sem provas alguém de ser estuprador e pedófilo é apenas um “inconveniente”. Como comentou no X a colega Ana Paula Henkel: “Você é uma mulher vil e desprezível que nos envergonha. Vamos te acusar dos crimes mais abjetos, mas se não for verdade, pediremos desculpas. Que absurdo! Uma senadora que se rebaixa a tal ponto merece apenas o esquecimento na história e o total desprezo das pessoas de bem”. https://twitter.com/anapaulahenkel/status/2038029863727382971 Eis o baixo nível a que se entregam hoje os protetores dos ladrões de aposentados, a madame Soraya e o seu coleguinha na trama caluniosa, Lindbergh Farias. Nota-se que Soraya e Lindbergh seriam capazes de vender a própria mãe para evitar que o filhote do Descondenado-em-chefe seja preso pelo escândalo do INSS. Referindo-se à sua atitude indecorosa — que deveria lhe render uma cassação sumária —, a deputada Bia Kicis descreveu madame Soraya com o termo “sirigaita” , que no coloquial brasileiro é usado para descrever uma mulher ladina, desinibida e arrivista. Diante do comportamento da referida senadora, cabe ao leitor julgar se o termo foi bem aplicado. O post Bia Kicis e a sirigaita apareceu primeiro em Revista Oeste .

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