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Mãe descobriu que menina de 13 anos sofreu estupro coletivo em Manaus ao ver vídeo em grupo de mensagens | Collector
Mãe descobriu que menina de 13 anos sofreu estupro coletivo em Manaus ao ver vídeo em grupo de mensagens
Jornal O Globo

Mãe descobriu que menina de 13 anos sofreu estupro coletivo em Manaus ao ver vídeo em grupo de mensagens

O estupro coletivo de uma menina de 13 anos em Manaus foi filmado pelos autores, e as imagens foram compartilhadas com moradores do bairro. O vídeo chegou até a mãe da adolescente, por meio de um grupo de mensagens. A menina então contou o que havia acontecido, o que levou ao registro do Boletim de Ocorrência. Policiais civis da Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai) cumpriram, nesta quinta-feira (26), mandados de busca e apreensão acompanhados de internação provisória contra três adolescentes com idades entre 13 e 15 anos acusados do estupro coletivo. IA tapa buraco? Capivara gerada por inteligência artificial pressiona prefeitura a fazer reparo em via Corregedoria da PM abre processo de expulsão de tenente-coronel réu por feminicídio O ato ocorreu no dia 3 de março, no bairro Jorge Teixeira, na zona leste de Manaus, segundo as investigações conduzidas pelo delegado Luiz Rocha. A vítima relatou que estava brincando com um dos autores — seu ex-namorado da escola, de 14 anos — na rua quando começou a passar mal. O adolescente ofereceu um copo de água para ela. Ao entrar na casa dele para aceitar a água, a menina foi trancada e forçada a manter relação sexual. Em seguida, chegaram os outros dois envolvidos, de 13 e 15 anos, que também participaram do ato. Segundo o depoimento da vítima, os adolescentes a seguraram pelos braços e pernas enquanto cometiam o crime de forma continuada. — No momento em que ela entrou na casa, ele a trancou e cometeu o ato infracional. Em seguida, chegaram os outros dois autores, amigos dele, de 13 e 15 anos, que também obrigaram a vítima a manter relação sexual com todos — detalhou o delegado. Violência física e exposição digital Além da violência sexual, o depoimento da vítima aponta que houve agressões físicas durante o ocorrido. A investigação teve início logo após a adolescente registrar um Boletim de Ocorrência (BO). Com a identificação dos envolvidos, a polícia pediu a internação dos menores. Os três adolescentes permanecem sob custódia e à disposição da Justiça do Amazonas. O caso segue os trâmites do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê medidas socioeducativas para atos infracionais desta natureza. Devido à idade dos envolvidos e da vítima, o processo corre em segredo de Justiça para preservar a identidade dos menores.

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